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sexta-feira, 12 de junho de 2009

Elogio da Madrasta

Acabo de ler mais esta obra do Mario Vargas Llosa. Um livro curto, com páginas impressas em papel grosso e letras grandes, isto faz com que a leitura termine em prazo recorde... a sensação é parecida com a de comer o queijo parmesão que eu comprei em Parma, a cada pedaço, dá vontade de chorar já que isto significa que o queijo está diminuindo de tamanho e logo ele chegará ao fim.

O livro então, lembra o queijo já que é uma envolvente trama erótica que narra o relacionamento entre Lucrécia (a madrasta no caso), seu marido Don Rigoberto e seu filho Fonchito. Tudo vai muito bem obrigado e o medo de que a relação não dê certo por conta de eventuais atritos com o enteado se dissipam quando Lucrécia vê que Fonchito a adora.
O problema é que gradualmente ela vai percebendo que o menino a adora demais da conta e momentos de tensão erótica tornam a estória deliciosa de se ler.
Os capítulos são entremeados por fábulas mitológicas diretamente relacionadas ao assunto principal, o que torna a leitura ainda mais imprescindível.
O impressionante talento literário do autor flui como líquido. Não perca!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Tia Julia e o escrevinhador



Tenho ido trabalhar de bicicleta menos vezes recentemente... talvez por não querer perder os minutos dentro da lotação lendo Mario Vargas Llosa... uma delícia literária que nos leva para uma viagem por entre o surpreendente amor de um adolescente por sua tia e as novelas do rádio no final dos anos 50.

Adeus a Roberto Simon

  Cemitério Israelita do Butantã - um lindo lugar. Fui até o cemitério hoje me despedir de meu amigo Roberto Simon. Fazia um bom tempo que e...