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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Pedalando com amigos na Ilha do Cardoso

Meus amigos Marcia e Marcos postaram as fotos da viagem que eles fizeram para a Ilha do Cardoso. Achei bárbaro e logo mandei um email pra ela "convidando-me" para uma próxima vez. Na hora ela bateu o martelo e sugeriu: "que tal no sete de setembro?". Falei com o Alejandro e topamos na hora. Convidamos alguns amigos e um deles, o Super Kiko resolveu vir junto.

O passeio foi nota mil. Partimos de Sampa na sexta feira por volta de três da tarde. Para fugir da pentelhação da Regis Bittencourt, pegamos a Imigrantes rumo Peruibe. Foi um sossego total, de Peruibe você vai para Pedro de Toledo e de lá volta para a BR, já com pista dupla.

No lugar de ir até Curitiba, descemos a serra da Graciosa, passamos por Morretes, que é a capital do Barreado, um rango irado e hiper-calórico e seguimos até o litoral.

Levamos as três bicicletas no nosso Ford Ka, com o suporte parrudo da Thule emprestado pelo nosso amigão Celso.

Dormimos no bairro Shangrila na Praia de Leste onde a Marcia tem uma casa e logo de manhã partimos para Paranaguá para pegar o barco rumo a Superagui que é uma comunidade muito simpática.

O barco leva três horas. Chegando em Superagui, almoçamos e dali partimos para 37km de pedal até Pontal de Leste.

Bem, acompanhe agora o resto da aventura enquanto vê as fotos que postei no meu álbum. Loguinho o Alê, que tirou um montão de fotos, além do Marcos e Marcia e do Kiko, que também encheram os pentes de memória.

A volta foi cansativa, driblamos um congestionamento na Regis por conta de um caminhão acidentado, desviando novamente por Peruíbe, só que lá por Mongaguá constatamos outro megacongestionamento no acesso para a Imigrantes pelo feriado. Fugimos pela avenida Presidente Kenedy até chegar na Praia Grande. Tentamos o segundo acesso da Imigrantes pela ponte do Mar Pequeno que também estava congestionada. Por aí já eram quase três horas da manhã. O jeito foi a Anchieta que estava livre. Deitamos a cabeça no travesseiro as quatro da manhã.

Apesar desse detalhe que tiramos de letra, a viagem foi maravilhosa, o pedal foi forte e cheguei a ficar com dores no quadríceps, mas no fim tudo deu certo e passamos um feriado maravilhoso em companhia de gente muito bem humorada, simpática e prestativa.

Muito obrigado meus queridos amigos pela deliciosa companhia.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

A equipe que deu certo

Em 1998, eu participava ativamente do cenário de campeonatos de parapente no Brasil, estava entre os 5 do ranking nacional (se não me engano). A equipe gaucha arrasava com um time muito bom e muita organização. Fazer a equipe Paulista funcionar foi só questão de organizar as coisas.
Em briefings com os pilotos discutíamos quais tinham sido as conquistas do dia, erros e acertos de cada um. Esclarecíamos dúvidas, levantávamos curiosidades. Bolávamos estratégias de uso do rádio. Intensa contribuição de Arthur Lewis, André Abrantes, Rodrigo Guerrero, Jerome Negre, Fernando Abrantes, Alexandre Santos, o Alfredo Milano... O Washington Peruchi e o Albertinho eram preazinhos ainda... Era um time da pesada, foi um tempo de grande progresso para os parapente. O resultado foi evidente, a equipe Paulista se destacou colocando um expressivo número de pilotos no gol.
No tradicionalíssimo campeonato Brasileiro em Governador Valadares, criei esse desenho que imprimimos nas camisetas. Todos os paulistas usavam e eu cheguei a fazer o desenho da bandeira do estado na careca.
Posted by Picasa

quinta-feira, 7 de maio de 2009

O simples é tão bom...


Uma coisa muito deliciosa é fazer um "prego" de parapente.
Prego é quando você simplesmente decola e vai direto pro pouso, sem ganhar altura ou conseguir arrumar um jeito de ficar mais tempo voando. Acontece quando não tem vento, ou quando não existe atividade térmica que provoque ascendentes.
O prego é um mega-teleférico, o mínimo do máximo, um voo ridiculamente tranquilo onde você pode fechar os olhos, abrir braços e pernas, fingir de morto, tirar fotos, tomar água num copo, enfim... fazer quase qualquer coisa.

Muita gente pousa reclamando: "bah... fiz um prego". Que desperdício, não é mesmo? É como reclamar de uma praia sem ondas, ou do sol queimando a pele deitado ao lado de uma piscina, ou do vapor de uma sauna, de um sorriso no café da manhã, de uma flor boba amarelando o jardim, ou de um simples copo d'água.

As vezes é tão difícil conseguir o máximo, que tal se começássemos valorizando o mínimo?

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Faxina com amigos


Na semana passada estive em Curitiba ministrando na Clínica de formação de instrutores de parapente da Associação Brasileira de Parapente. Trata-se de uma iniciativa bárbara da associação, no sentido de ajudar a melhorar a formação técnica e didática dos instrutores do esporte, que é muito perigoso. Eu como responsável pela parte de didática, passo bons momentos com a turma e aproveito para encontrar os velhos amigos.
No sábado, o Rodrigo Stulzer me levou para uma trip de bicicleta por um lugar chamado "Estrada da Faxina". Foi muito legal conhecer os irmãos Rodrigo e Marco, que me emprestaram a bicicleta inclusive.
Marco é instrutor de circo para crianças e seu irmão Rodrigo cuida da capoeira. O Rodrigo Stulzer, nem preciso repetir, é um amigão das antigas do parapente, multi-atleta e mantém o bárbaro blog transpirando.com.
Foram 36km de sobe e desce por paisagens bem maneras e com direito a um trecho de subida na BR, bastante calorias queimadas e muitas risadas. Veja mais detalhes da trip no blog do Rodrigo neste link.
O dia seguinte foi tão divertido quanto, mas desta vez a fera dos esportes foi o bombeiro Marcos me me ensinou a surfar, veja só que legal que foi.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Primeiras ondas

Imagine a cena: um preá que nunca surfou, um paciente professor bombeiro especialista em afogamentos (o amigão Marcos, alguém tem o email dele?), uma prancha de long board e muita vontade de conseguir ficar de pé sobre as ondas.
Tudo bem, alguém vai dizer que com uma prancha desse tamanho, até meu amigo Arthur que é ex-futuro-cadeirante fica de pé... eu não ligo, viu? O negócio é se divertir! Entre remadas e caldos, consegui quase-praticamente-por-um-segundo ficar de pé. Gostei tanto que já iniciei uma pequena pesquisa para ter uma ideia de como será a possível futura brincadeira.
Já adianto que é um exercício lascado ficar remando uma hora sobre as ondas... bem melhor que uma esteira, eu garanto.
Vamos em frente?

Adeus a Roberto Simon

  Cemitério Israelita do Butantã - um lindo lugar. Fui até o cemitério hoje me despedir de meu amigo Roberto Simon. Fazia um bom tempo que e...