quarta-feira, 29 de julho de 2009

Air Suply na veia arranca lágrimas na lotação !


Estou cá, no banco da lotação Bresser, voltando pra casa, entretido com a leitura de meu livro quando escuto uma voz grave anunciando um som e os primeiros acordes de violão. Inexplicavelmente, as lágrimas não se conteram, digo, contiveram (obrigado Inahia), antes do final da segunda estrofe de "Lost in love" do velho Air Supply, cantada numa voz rasgada que faria inveja ao Axl Rose... que pude fazer? No meio do povo que ignorava a pérola, saquei 5 reais da carteira e enquando exugava as lágrimas, entreguei na mão do artista.
A surpresa da semana!

segunda-feira, 27 de julho de 2009

desgastando a bicicleta

Enquanto nos arrepiamos com a chuva do domingo e comemos salaminho de nutela, meu amigo Rodrigo Stulzer arrepia numa trip de bike de fazer inveja... olha só galera o post no blog dele que conta como está o passeio.

Tudo bem, sábado fui assistir o belíssimo Paris, uma história pra lá de bem contada.

domingo, 19 de julho de 2009

A saga dos aparelhos auditivos

Você pensa que é fácil ser meio surdo? As pessoas sabem muito pouco a respeito desse assunto, que muitas vezes é tratado com certo preconceito. As palavras do escritor David Lodge no impagável e obrigatório romance "Surdo Mundo" são: A cegueira é tragédia, a surdez... comédia. As pessoas se sensibilizam com quem não enxerga, ajudam a atravessar a rua, se emocionam. Já os surdos, geram desprezo e revolta, ninguém aguenta ter que gritar em sua orelha. Veja só, até os animais dos cegos são mais dignos... todo mundo gosta de acariciar um heroico cão-guia. Existem animais para surdos? O personagem do livro imagina um papagaio sentado sobre o ombro do surdo, repetindo aos gritos o que lhe disseram bem dentro da orelha.

A vida me ensinou que quando você é capaz de se auto-ridicularizar, a piada desaparece, uma excelente filosofia de vida.

Ora... você conhece alguém que usa óculos? Que mal há nisso não é mesmo? Aparelho auditivo está para o ouvido como o parzinho de óculos está para os olhos.

Sou inclusive do partido de que a maravilha tecnológica que é um aparelho desses não pode passar despercebida, ao contrário, fica até chique.

Foi-se o tempo em que o aparelho era só um amplificador - ruim . Hoje, além de contarem com resposta de frequência - a faixa de cobertura de frequências de sons que vai dos graves até
os agudos - muito mais ampla, tornando os sons escutados no aparelho tão límpidos quanto aqueles que escutamos sem eles, os brinquedos são capazes de distinguir o que é voz daquilo que é ruido e filtrar apenas os sons que realmente "interessam" ser escutados. Podem neutralizar sons altos e ao mesmo tempo serem capazes de amplificar sons mais baixos. Alguns possuem conectividade bluetooth, permitindo atender o celular ou escutar música direto no aparelho, outros possuem transmissor externo wireless permitindo por exemplo que posicionemos o microfone em outra sala, e escutarmos tudo o que se passa por lá.

Eu uso um brinquedo destes já faz quase uns dez anos, é um dos primeiros modelos digitais que já está pra lá de Kabul, precisando ser trocado por algo mais moderno, mais confortável e eficiente. Então comecei a testar substitutos para o velhinho, afinal a brincadeira começa em 4000 reais cada um e pode chegar aos R$11000,00.


Tenho uma queda leve que vai dos médio-graves 250 ~ 500hz piorando para moderada que vai de 1khz até os sons mais agudos. Não é uma super-perda, mas o suficiente para fazer com que escutar conversa possa virar uma complicação, especialmente se a outra pessoa gosta de falar baixo ou se tiver ruido de fundo.
A solução é uma pequena maravilha tecnológica capaz de amplificar as frequências que precisam de um boost extra para eu começar a ficar parecido com Beethoven.
Os seres humanos conseguem escutar frequências muito graves desde 20hz - hz é a abreviação de hertz, que significa "pulsos por segundo" até 20.000hz, que são sons extremamente agudos. A fala está mais ou menos na faixa que vai de 250hz a 3khz. Então uma perda de 50% em 2khz significa uma dificuldade enorme pra entender o que as pessoas - especialmente aquelas que falam baixo - dizem.
Os aparelhos mais antigos são analógicos, capazes de uma amplificação linear que termina antes de 4khz. O resultado é um som sem definição, como ao de um rádio de pilha e o pior, sem distinção de intensidades sonoras, ou seja, ruidos como pratos e gritos tornam-se insuportáveis.
Aparelhos mais modernos são no mínimo digitais, com compressão de áudio - que é o caso de meu velho Digilife da Telex-Oticon. Até aparelhos inteligentes com recursos pra dar e vender.

As empresas que comercializam os aparelhos, a maioria deles vinda da Europa, sempre oferecem a possibilidade de fazer um test-drive, afinal é um investimento considerável, para descobrirmos qual aparelho se adapta melhor as suas características, tanto de perda auditiva, quando de ambiente de uso. Quem, por exemplo, tem uma vida muito ativa, indo constantemente de ambientes silenciosos para ruidosos, precisará de aparelhos mais sofisticados. Por outro lado, um velhinho morando numa casa silenciosa não precisará de tanta tecnologia - a não ser nas festas de fim de ano quando os netos chegam fazendo aquele barulhão.

A primeira descoberta que fiz é que dois aparelhos não é duas vezes melhor que um, é DEZ vezes melhor... isso já significa que deverão ser dois aparelhos em vez de apenas um, só pra começar.

Voltei no otorrino, fiz novos testes e como minha mãe - meu problema é igual ao dela, congênito e bilateral, perda de sensibilidade do nervo auditivo - já conhece e está satisfeita com a marca, comecei testando um modelo da Microsom chamado Element 8.
O Element é um aparelho externo que usa uma nova tecnologia que se

chama "Moxi adaptação aberta", isto significa que diferente dos modelos que requerem molde do canal auditivo, este tem uma espécie de "chupetinha" que encaixa dentro da orelha. Metade do aparelho (microfone, amplificador, processador) fica atrás da orelha e o resto (transmissor, auto-falante) fica dentro do ouvido em uma micro-cápsula. Isso me pareceu bem legal já que diminui bastante o tamanho do brinquedo.
Além dos itens obrigatórios, como compressor - responsável por reduzir os picos de áudio e levantar os sons muito baixos - sintonia completamente digital feita pelo computador com base na sua audiometria - uma espécie de equalizador gráfico de várias bandas, este aparelho possui alguns recursos bem legais, como a capacidade de identificar um ruido contínuo - por exemplo, um liquidificador ligado - e reduzir este som a um mínimo; quase neutralização de ruidos de vento, uma eficiente correção de microfonia, dois microfones com seleção automática -um direcional e um omni-direcional.
Vou testar esse aparelho novamente, mas achei que a correção de ruidos ainda poderia ser mais eficiente, já que ele corrige apenas um ruido por vez contra 16 do modelo Indigo.
Uma importante vantagem é a faixa de resposta de áudio que me parece bem superior aos usuais 4khz, ou seja, este aparelho não tem aquele som infernal de rádio de pilha. No fim, você simplesmente se esquece que está usando um aparelho, o som é incrivelmente cristalino. O aparelho só faz você lembrar que ele existe quando funciona o sistema de redução de ruidos, quando você percebe os ruidos baixando de volume suavemente.
Ele também tem dois microfones, um omni-direcional para pegar os sons de todo ambiente e um direcional que fica virado pra frente. Como o aparelho procura dar ênfase a voz humana através de amostragem de áudio ele ativa ou desativa os microfones conforme a necessidade, tudo automaticamente.
Ele tem uma bobina telefônica automática, quando você aproxima um telefone (que tem ímã, e daí impossível com o celular) ele muda de programa e pega o som como se estivesse ligado no telefone por um fio. O som era muito baixo e era mais fácil tirar o aparelho do ouvido para escutar o telefone, mas isso eu acho que dá pra regular. Para resolver o problema do celular, parece que é só grudar um pequeno ímã no celular.
Achei muito legal a tabela de manutenção progressiva a partir do término da garantia. No lugar de surpresas de orçamento, você sempre sabe quanto irá gastar depois que terminarem os dois anos de garantia. Esse brinquedo custa cerca de R$6000,00

Testei também o equipamento da Telex Claris M100, que é a mais antiga empresa do ramo no Brasil, a mesma marca de meu aparelho mais velho. Gostei do fato de agora eles contarem com assistência técnica em São Paulo, antes era só no Rio e isso era um saco, pois tinha que esperar um tempão pela volta do aparelho. Testei um equipamento similar ao Element, mas bem mais caro. Não gostei do fato dele ficar dançando um pouco na orelha. A correção de ruidos também me pareceu inferior ao Element, mas talvez seja uma questão de ajuste. A questão é que a filosofia da empresa prevê um aparelho menos "cibernético" que o Element, ou seja, o mais natural possível... porém achei tão natural que os ruidos acabam incomodando um pouco. Apesar da incrível qualidade de áudio.
Ele tem um botão que permite seleção de programas e bobina telefônica. Não deu certo, o botão não funcionou direito e a bobina telefônica menos ainda.

Depois disso começou o período de sofrimento parti para um aparelho intra-auricular intermediário da GN-Resound Danavox, o Plus5. Acho engraçado a insistência de algumas fonoaudiólogas em querer que você teste um aparelho intermediário mesmo você pedindo algo mais sofisticado, de qualquer modo elas sempre são extremamente gentis e simpáticas. Do aparelho já não posso dizer o mesmo, ele é quase infernal e ignora completamente a natureza do som, tratando a barulhada e as conversas quase do mesmo jeito. Além disso já deu pra ver que aparelho intra-auricular é realmente sacal, dando a sensação de ouvido entupido, lembrando que cada pessoa é um universo de variáveis diferente, ou seja, o que não é bom pra mim, pode ser ótimo pra você. A resposta de frequência é inferior, batendo nos 4000hz e olha lá... isso significa som de rádio de pilha o tempo todo na sua orelha. A vantagem é o preço, apenas 4000 reais, mas ainda é muito dinheiro para muito sofrimento. Outra vantagem é poder desliga-lo sem tirar a pilha, apertando um botãozinho. Aliás esse botãozinho também serve para mudar o programa I e II para diferentes ambientes e sinceramente não consegui ver diferença entre eles. Para telefone fica péssimo, realmente não dá pra usar.

Estou coroando a angústia com o aparelho da Widex, este sim, totalmente infernal, faz você ficar desesperado a cada minuto e querer arrancar ele da orelha. A sensação é de um rádio de pilha quebrado enfiado na orelha. Os ruidos soam altíssimo e chega a distorções horrendas. Telefones, ficam menos ruins que o Danavox, mas um horror também. Novamente foi uma insistência da fonoaudióloga em sugerir um aparelho inteiramente básico, que no fim não se adapta ao meu mundo barulhento.
Esse eu realmente detestei. O mais engraçado é que o site deles é o mais bacana de todos, mas eles simplesmente não tem os aparelhos que estão no site, eles estão aguardando a liberação do ministério da saúde. Imagine só, não era o mais certo tirar do site os aparelhos que não estão a venda?

O Element me pareceu o melhor até agora com recursos automáticos bem legais, ótima qualidade de áudio e boa ergonomia, fiquei com vontade de experimentar o modelo Indigo, que parece ser ainda mais sofisticado, podendo filtrar até 16 ruidos diferentes simultaneamente, ou seja, em tese você pode bater papo numa calçada da paulista com carros passando, britadeiras, vendendores ambulantes berrando, cachorros latindo e mais doze outros ruidos se movendo sem ficar louco. Só que aí o preço é outro...

Acompanhe a segunda parte da saga do aparelho auditivo nesse post.

Vovó Nina

Vovó Angelina (Angelina Pieri Ambrosini), esta mulher maravilhosa está em São Vicente passando uns dias com meus pais. Hoje ela me contou que saiu para passear pelo calçadão e uma senhora começou a conversar com ela. Após alguns minutos de papo ela disse "bem, já vou embora" então a mulher perguntou a idade dela e ela disse: "92 anos"... Nossa, disse ela, mas não vem ninguém buscar a senhora? E ela respondeu: imagina, eu vou sozinha... A mulher espantada lhe respondeu: Tenho 30 anos menos que a senhora e não vou nem até a esquina se não me levarem... Pois é... e eu vou a pé mesmo.
Essa é a vovó.

Aproveitando, vejam a mensagem que minhã mãe me mandou.

É inacreditável a sua avo. Acorda cedo, faz ginastica ainda na cama, depois faz as orações, nas quais pede por todos os netos, bisnetos, filhos noras genros e agregados., Faz oraçãoes tambem especiais quando ela sabe que qualquer pessoa da familia está querendo algo. Toma seu banho, lava os cabelos e seca com secador fazendo uma escova, quando precisa pinta tambem os cabelos sozinha e se preciso dá umas cortadinhas nas pontas..Depois toma seu café e sai para caminhada. Arrumadinha , ia me esquecendo que ela pinta os olhos e as sobrancelhas todos os dias.e nunca deixar de passar o seu creme Nivea de manhã e a noite, e está meio nervozinha por que seu lápis cinza para a sobrancelha está acabando e ela não encontra cinza e só preto. Come de tudo e gosta de tudo, tem sempre uma palavra amável para com a gente, e muito importante sabe a hora de ficar em silencio, Durante o dia ela le. (leu um livro inteiro, bem grande chamado Caminho do Sol e não sossegou enquanto não viu o final. Fez trico tambem, e tem um grande defeito de não sentir frio, e enquanto os outros estão agasalhados ela anda mal agasalhada e ai começa a tossir, foi um custo faze-la entender que ela estava tomando friagem. Mas é como eu digo, não adianta nada ficar chamando a atenção dela, a gente tem mesmo é que aprender com ela. Isto é sua avo

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Alice Candeias Ambrosini

terça-feira, 30 de junho de 2009

Domingo no parque


Está no blog do Alê e no SPGB, saimos para um pedal muito legal no domingo no Parque Tietê.
Os meninos não estavam muito acostumados com a fauna local, mas mesmo assim foram momentos muito intensos como este ao lado.
Coloquei aqui um arquivo KMZ para ser aberto no Google Earth com a rota utilizada.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Moonwalk e Michael

O Pensar enlouquece publicou, mas a ideia está no Youtube, uma sensacional coletânea de moonwalk, o inesquecível passo do Michael Jackson.

Japoneses e funerais

Em tempos de funerais, acabo de assistir o belíssimo "A partida". O filme trata de um violoncelista que sem emprego por conta da dissolução da orquestra, volta para a terra de seus pais no interior e acaba arrumando um trabalho de "preparação" de cadáveres para o funeral, ou como diz o texto do anúncio que ele encontra no jornal, "Auxílio para a partida".
O que conta é passar pelas tradições dos japoneses e ver de perto o quanto a cultura nipônica pressiona seus filhos a esconder as emoções. Por outro lado, muito mais que o orgulho, prevalece a honra, especialmente em momentos em que alguém compreende que errou e se vê obrigado a admitir o erro. Muito diferente de nós tupiniquins que preferimos sempre fugir da culpa tentando arrumar justificativa para tudo.
A viagem pelas tradições japonesas no que diz respeito a morte, é particularmente bela.
O filme ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro 2009, é imperdível.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Aquecimento global

Minha santa amiga Inahia me mandou essa propaganda, acho que vale a pena assistir.

Mais aventuras juvenis

Atendendo a pedidos de meu amigo Rodrigo, vou contar uma historinha sobre a vida de caminhoneiro nos EUA.
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Aprender a manobrar o caminhão não foi difícil, afinal meu primo e meu tio faziam justamente este trabalho e quando eu saia com eles, muitas vezes treinava manobras. Foi meu primo Alexandre que me ensinou as técnicas para mudas as marchas no câmbio não-sincronizado, que exigia que as mudanças fossem feitas "no tempo", caso contrário a marcha simplesmente não entrava e ainda arranhava horrivelmente. Ele também me ensinou a dar ré com a carreta conectada, vocês não imaginam como é complicado, afinal é preciso virar o volante pro lado contrário daquele que você quer ir.
Arrumei um trabalho para transportar conteiners nas estações de trem e comecei a me divertir.
O trabalho era assim: eu ia até uma estação de trem, pegava um conteiner vazio e rumava até uma empresa para carrega-lo com alguma mercadoria. Naquele dia o conteiner foi enchido de rodas de alumínio para automóveis.
Depois de cheio, levava o conteiner para outra estação de trem, ele passava por uma inspeção visual e deixava-o lá. Missão cumprida, na época um serviço destes dentro da área de Los Angeles pagava cerca de 70 dólares. Era meio solitário, mas durante o dia muitas vezes encontrava amigos nas estações de trem. A vantagem era que ninguém falava português e eu podia treinar meu ingrêis o tempo todo; e é lógico, matracava o mais que podia.
Ao sair (delicadamente) do "dock", que é o lugar onde encostava o caminhão para carregar, enganchei a porta traseira na porta de aço da garagem... o resultado começou a se revelar num barulho distante e só fui constatar a extensão dos danos quando desci e fui lá olhar o que tinha acontecido.
Eu literalmente arranquei os trilhos da porta de aço da parede, e a porta do conteiner ficou pendurada por apenas uma dobradiça... as outras duas se romperam com a porrada.
Foi um desespero, afinal aquilo poderia significar um problema muito grande naquele raio de país estranho.
Pedi ajuda ao encarregado que se limitou a tirar fotografias com uma polaroid.
Com uma corda que eu tinha, consegui prender a porta meio pendurada e rumei para o estacionamento do caminhão, já que eu sabia que o mecânico poderia me ajudar com algum milagre.
A jogada agora era consertar a porta. Fechamo-la e soldamos as dobradiças quebradas disfançando-as com graxa. A técnica foi levar o conteiner minutos antes da "troca da guarda", assim o cara que fosse inspecionar o conteiner já ia estar cansadão e não ia notar que o bicho tinha sido quase-totalmente-semi-destruido.

E deu certo?

Sim, deu tudo certo, o cara estava bocejando quando eu cheguei, olhou de longe colocou um visto e eu nunca mais vi o conteiner.

E a porta da empresa?

Ah, isso é outra história...

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Aventuras juvenis



Em 1990, juntei as tralhas e fui para os EUA fazer a "viagem de minha vida". A foto acima dá uma ideia do que aconteceu. Sou, aliás, fui o motorista deste caminhão durante um ano inteiro. Convido você a visitar no meu álbum de fotos, uma série de imagens com detalhes sobre esta grande aventura, é só clicar aqui.

Adeus a Roberto Simon

  Cemitério Israelita do Butantã - um lindo lugar. Fui até o cemitério hoje me despedir de meu amigo Roberto Simon. Fazia um bom tempo que e...