Tive a grata satisfação de ser convidado para uma avant premiere de "An Education", um dos filmes (ouvi dizer) que será indicado ao Oscar de melhor filme e que perderá para Avatar de James Cameron... oh!! não era pra contar? Santa ingenuidade, Batman...
Educação acontece na fria, tediosa, melancólica, preconceituosa Inglaterra de 1962 (muito bem fotografada por sinal). Uma família de classe média cujo pai dedica o "pouco que ganha" (ele é super exagerado) à meta de colocar a filha Jenny (absolutamente linda, atualmente trabalhando num montão de novos filmes, ela vai dar o que falar) de 16 anos na universidade de Oxford.
O pai deixa ela tocar violoncelo, mas é só para fazer parte da orquestra e parecer social.
Bem, a moça conhece um playboy que facilmente convence os pais de que ela pode sair com ele para os mais diversos passeios, o cara tem uma lábia impressionante... ela fica fascinada com uma vida que jamais havia experimentado, concertos, jazz, festas, compras.. tudo parece lindo até que...
Até que você assiste o filme, não perca.
Aqui tem tudo o que você precisa.
Uma torneirinha de escape para o maravilhoso e o aterrorizante do dia a dia de um cidadão do mundo, pai, voador, empresário, psicanalista, que gosta demais de escrever. Silvio Ambrosini é conhecido pelos amigos como Sivuca, é autor dos livros publicados "Ventomania - Uma Vida Voando" e "Voando de Parapente" A venda em https://ventomania.com.br. Aproveite para visitar meu instagram em @sivukus
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Os homens que olhavam as cabras
Imagine alguém capaz de matar uma pobre e simpática cabra (a do cartaz do filme) só com o olhar. Logo no início há um comentário a sério de George Clooney: "The Silence of Goats", em referência ao "The Silence of Lambs". O comentário é apenas um trocadilho, uma piadinha que dá o tom a esse filme cheio de grandes atores, cheio de ironias e críticas escondidas ao governo Bush.
A ideia é bem interessante, Ewan McGregor, que fica ótimo em papeis onde ele mostra fragilidade (não percam I Love You Philip Morris com Jim Carrey e Rodrigo Santoro), é um reporter que levou um chute da namorada. Faz o que "todos os cornos fazem", vai para a guerra que no caso, é o Iraque de Bush em busca de uma grande história. Lá encontra George Clooney, um ex-combatente que se intitula "Jedi" (isso mesmo, lembra de Star Wars?) e fez parte de um grupo de soldados que usavam poderes paranormais.
Ele acha a história super interessante e aqui começa o filme.
Confesso que me enchi um pouco o saco na metade e isso não melhorou até o final, assista para me contar se sou um insensível incapaz de perceber a riqueza das ironias do filme, quem sabe eu melhoro? Ah, só consegui uma cópia horrenda feita com uma câmera, até aparece um cara andando na frente da tela no meio do filme.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
O arquétipo do Amor em "Cerejeiras em Flor"
Mais uma vez o cinema me emociona. Dessa vez assisti "Cerejeiras em Flor", que inclusive estava na 33ª Mostra de Cinema aqui na Motoboyópolis.Sim, chorei sim, e daí? Não perca por esperar, você chorará também ao ver (pela enésima vez) uma inesquecível maneira de como pode ser apresentado a meros mortais como nós, o mais belo dos sentimentos: o Amor.
O filme nos mostra que por mais tarde que pareça, há tempo para mostrar a alguém o quanto o(a)a amamos.
O diretor o faz pegando carona numa linda homenagem ao Japão, com seu Monte Fuji, as cerejeiras em flor do título e a dança Butoh, que era a grande paixão da protagonista... não posso falar muito mais, já que qualquer detalhe a mais sobre a estória irá estragar a surpresa. Vá ao cinema ou pegue o filme aqui e a legenda aqui, chore, arrepie-se e seja feliz.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Avatar no IMAX
Na segunda vez fui no IMAX. Qual a diferença? Ver Avatar de James Cameron no IMAX em 3D é literalmente fazer parte do filme.
A sensação de estar realmente dentro de várias cenas torna a experiência Avatar, em algo único.
Sim, o filme tem vários clichês, mas como retratar o mundo do "eu gostaria que o mundo fosse assim" sem clichês? Como esperar que um pai chefe de tribo, às portas da morte faça alguma coisa muito mais inovadora de entregar seu velho arco guerreiro a sua filha para que ela continue o legado da família e da raça? Por que é clichê um grupo de pessoas se reunir para rezar para que alguém se recupere de uma doença? Por que é clichê um cara ter ciúmes da namorada quando chegar um bonitão novo no pedaço? Essas coisas não acontecem o tempo todo na vida da gente?
Afinal o que é a vida senão um grande clichê? Os pais não vão ver os filhos na apresentação da escola? As famílias não se reunem para a festa de Natal? As pessoas não se casam na igreja? Algumas pessoas não estão apenas interessadas na grana enquanto outras querem preservar a natureza?
Tudo ao nosso redor é um grande clichê, então por que criticar um filme que viaja saudavelmente por vários deles? Avatar me levou para uma viagem sublime por um mundo imaginado por alguém que criou um mundo super bacana e retratou isso com um realismo inédito.
Agora, nem pense em perder a chance de assistir o filme no IMAX, nem pense nisso.
Ah, minha São Silvestre...
Sim, é verdade. Posso contar pra todo mundo que participei da São Silvestre. De cara posso dizer que acho essencial que a organização acrescente um importante item ao quase completo kit que é entregue ao final da corrida: uma bengala. Ela é essencial para você conseguir se arrastar até o carro após os 15km da corrida.
Imagine 22.000 (vinte e duas mil) pessoas, todas correndo na mesma direção, imagine correr por aqueles lugares de nossa querida cidade, onde normalmente você só passa de carro e nem olha pra cima, imagine milhares de espectadores fazendo tchauzinho, rindo, cumprimentando, incentivando e até jogando água de mangueira pra esfriar as cabeças mais aquecidas pelo sol. Imagine gente correndo de fraldas, vestido de noiva, de Batman, de fada, de Fred Flintstone (com o carro e tudo), de torre de alta tensão (isso mesmo), imagine tudo isso no trigésimo primeiro dia de dezembro, no tricentésimo sexagésimo quinto dia do ano, logo antes da festa da virada, imagine mil placas, faixas e cartazes, com todos os tipos de mensagens que vão desde o "mãe olha eu aqui" até o "abaixo do congresso nacional!" e tudo mais o que você puder imaginar. Pessoas sozinhas, acompanhadas, em equipes, em grupos, em hordas, em trupes, todas juntas participando a 85ª edição da corrida de rua mais tradicional que a cidade proporciona.
Eu nunca tinha corrido 15km antes, meu máximo era o clássico 10k. Fiquei impressionado como a distância se encurta quando você está mergulhado no cenário descrito no parágrafo anterior. A energia da galera simplesmente te carrega até a faixa final, na avenida Paulista.
Depois vem as dores nos pés, as tremedeiras nas pernas, mas tudo isso sem dúvida vale a pena.
Minha classificação foi 11.000, ou seja, fiquei bem na média geral, o que ao meu ver é uma vitória. Corri os 15km em 1h:47". O Alê é uma estória a parte, ele ficou pelos 5000, fazendo a corrida em 1h:27"!!
Veja aqui as fotos que eu tirei com o celular durante a corrida.
Imagine 22.000 (vinte e duas mil) pessoas, todas correndo na mesma direção, imagine correr por aqueles lugares de nossa querida cidade, onde normalmente você só passa de carro e nem olha pra cima, imagine milhares de espectadores fazendo tchauzinho, rindo, cumprimentando, incentivando e até jogando água de mangueira pra esfriar as cabeças mais aquecidas pelo sol. Imagine gente correndo de fraldas, vestido de noiva, de Batman, de fada, de Fred Flintstone (com o carro e tudo), de torre de alta tensão (isso mesmo), imagine tudo isso no trigésimo primeiro dia de dezembro, no tricentésimo sexagésimo quinto dia do ano, logo antes da festa da virada, imagine mil placas, faixas e cartazes, com todos os tipos de mensagens que vão desde o "mãe olha eu aqui" até o "abaixo do congresso nacional!" e tudo mais o que você puder imaginar. Pessoas sozinhas, acompanhadas, em equipes, em grupos, em hordas, em trupes, todas juntas participando a 85ª edição da corrida de rua mais tradicional que a cidade proporciona.
Eu nunca tinha corrido 15km antes, meu máximo era o clássico 10k. Fiquei impressionado como a distância se encurta quando você está mergulhado no cenário descrito no parágrafo anterior. A energia da galera simplesmente te carrega até a faixa final, na avenida Paulista.Depois vem as dores nos pés, as tremedeiras nas pernas, mas tudo isso sem dúvida vale a pena.
Minha classificação foi 11.000, ou seja, fiquei bem na média geral, o que ao meu ver é uma vitória. Corri os 15km em 1h:47". O Alê é uma estória a parte, ele ficou pelos 5000, fazendo a corrida em 1h:27"!!
Veja aqui as fotos que eu tirei com o celular durante a corrida.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
A dura realidade alemã - A fita branca
A fita branca é de uma beleza difícil de explicar. Há uma cena onde um menino pergunta para a irmã mais velha, o significado de "morrer". O diálogo, as cores (refiro-me a luz e sombras, já que o filme é P&B), os movimentos, os silêncios, tudo me levou para um dos mais belos momentos do cinema que já vi.Diante de filmes como esse, quase sinto dor quando alguém me reclama do fato de um filme ser filmado em preto e branco. Como reproduzir as emoções represadas das pessoas de uma aldeia alemã em 1913 em cores? Não há nada mais preciso que descrever vidas em preto e branco que suprimindo suas cores na tela do cinema.
Há grandes esperas, com momentos de silêncio onde pequenos rituais acontecem à distância, como que buscando uma privacidade até da câmera. Há violência num simples olhar, num comentário, na dor escondida e cultuada pela pressão social. Tudo maravilhosamente retratado.
Há o barão e a baronesa, o pastor, o professor (que narra o filme em off depois de velho), as crianças, a babá frustrada, os amores contidos, o desprezo pela pessoa humana, e também há um criminoso na vila, quem será? Todos parecem se sentir culpados de alguma forma.
A Fita Branca ganhou nada mais nada menos que a Palma de Ouro no Festival de Cannes, é P&B e daí?
Imperdível, e vou ser super legal com você dando o link para o filme com legendas em português já sincronizadas aqui.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
O avião é um pássaro
Pequena pérola catada num final de tarde com cervejas em Mogi das Cruzes, a mesa do bar Sambuca com meu amigo Paulo:
Papai, o que é um avião?
Um avião? um avião é um pássaro meu amor.
Pássaro? desses que voam por aí?
Isso mesmo, querida. Um pássaro.
Mas como as pessoas entram nele, pai?
Ora... o pássaro as engole, filha.
Engole?
Isso mesmo, ele as engole.
.......
E como as pessoas saem do pássaro, papai?
Como saem? Ora... o pássaro as vomita, meu amor.
Vomita? mas aí elas não vai sair sujas?
Não meu amor, as pessoas não saem sujas porque o estômago do pássaro-avião é limpinho.
...............
Ah, papai.. isso tá me parecendo estranho...
Como estranho amor? é como Jonas que foi engolido pela baleia e depois ele saiu inteirinho, lembra?
Mas isso é só uma estória pai... me conta de verdade... o que é um avião?
Tá bom meu amor, um avião é uma máquina.... (continua com a explicação).
O que me impressionou nessa história é o fundamento didático, a técnica de despertar interesse tirando do banal uma simples pergunta de criança, trazendo para o primeiro plano o verdadeiro valor da relação entre um pai e uma filha. Espero um dia ser capaz de ser ao menos um fiapo, uma faisca do que é meu amigo Paulo.
Papai, o que é um avião?
Um avião? um avião é um pássaro meu amor.
Pássaro? desses que voam por aí?
Isso mesmo, querida. Um pássaro.
Mas como as pessoas entram nele, pai?
Ora... o pássaro as engole, filha.
Engole?
Isso mesmo, ele as engole.
.......
E como as pessoas saem do pássaro, papai?
Como saem? Ora... o pássaro as vomita, meu amor.
Vomita? mas aí elas não vai sair sujas?
Não meu amor, as pessoas não saem sujas porque o estômago do pássaro-avião é limpinho.
...............
Ah, papai.. isso tá me parecendo estranho...
Como estranho amor? é como Jonas que foi engolido pela baleia e depois ele saiu inteirinho, lembra?
Mas isso é só uma estória pai... me conta de verdade... o que é um avião?
Tá bom meu amor, um avião é uma máquina.... (continua com a explicação).
O que me impressionou nessa história é o fundamento didático, a técnica de despertar interesse tirando do banal uma simples pergunta de criança, trazendo para o primeiro plano o verdadeiro valor da relação entre um pai e uma filha. Espero um dia ser capaz de ser ao menos um fiapo, uma faisca do que é meu amigo Paulo.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Cumplicidade velada em "É proibido fumar"
É muito interessante a relação entre Baby e Max, os protagonistas. Ambos adoram música, são vizinhos e iniciam um relacionamento. Ela fuma quenem chaminé é uma paciente professora de violão, com alunos desafinados, ele é hiperdescolado, toca samba em uma churrascaria, chama Baby de "cara", ambos fumam maconha juntos, mas ele pede para ela "ir fumar lá fora".
Até aí tudo normal, até o acidental assassinato provocado por Baby que foge da cena. A morta em questão é a pentelha da "Ex" de Max.
Ela mantém a situação em segredo, mas ele é suavemente extorquido pelo porteiro do prédio "seu Chico" que quer voltar pra Bahia e tem a seu favor a fita de vídeo que mostra o momento do acidente-crime. Max não conta o que houve e pede 10 mil para pagar uma "dívida de jogo".
Cada um tem um segredo, cada um quer proteger e quer proteção. Um filme muito interessante, com boas atuações. Gosto muito do Paulo Miklos que é além do fato de ser um velho componente da banda Titãs, é um ator que não sofreu influências do modelo-globo que tanto faz para afundar o cinema nacional, como por exemplo na ridícula cena das mulheres dançando.
Sim, vale a pena assistir. Nos cinemas.
Até aí tudo normal, até o acidental assassinato provocado por Baby que foge da cena. A morta em questão é a pentelha da "Ex" de Max.
Ela mantém a situação em segredo, mas ele é suavemente extorquido pelo porteiro do prédio "seu Chico" que quer voltar pra Bahia e tem a seu favor a fita de vídeo que mostra o momento do acidente-crime. Max não conta o que houve e pede 10 mil para pagar uma "dívida de jogo".
Cada um tem um segredo, cada um quer proteger e quer proteção. Um filme muito interessante, com boas atuações. Gosto muito do Paulo Miklos que é além do fato de ser um velho componente da banda Titãs, é um ator que não sofreu influências do modelo-globo que tanto faz para afundar o cinema nacional, como por exemplo na ridícula cena das mulheres dançando.
Sim, vale a pena assistir. Nos cinemas.
Atividade Paranormal
Só caiu a ficha "O filme é bom!" quando depois de assistir, fui dormir e depois de 10 minutos tomei um susto danado com um barulhinho na janela do quarto.Todo filme tem um objetivo, uns são feitos para trazer lágrimas, outros para lhe trazer riso, outros indignação, outros tesão e assim por diante. Atividade Paranormal, que está em cartaz nos cinemas, foi feito para te trazer medo.
Com uma produção ridiculamente mambembe, duvido que tenham gasto mais de 3 mil pra fazer o filme, ele é basicamente "a fita" das gravações que um casal que se sente molestado por algum tipo de poltergeist e resolve comprar uma câmera para registrar e tentar descobrir o que realmente se passa. As atuações são excelentes e tudo leva a crer que aquilo tudo é real, já que qualquer um poderia ter feito igual se tivesse tido a ideia.
É justamente o realismo do filme que te pega, sua proximidade com o real, afastando o expectador de efeitos especiais holywoodianos consegue fazer você acreditar, participar e se assustar com as cenas mal filmadas.
Quando terminou, pensei: "meu deus, que lixo..." logo depois entendi que o filme não é lixo não... ao contrário, é coisa finíssima. Assista e me xingue se for capaz.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
10 dicas ducas de como dirigir um ônibus em São Paulo
Alguns motoristas vem de terras longíquas e encontram na crescente metrópole, uma oportunidade de emprego que não pode ser desprezada, afinal cresce a cidade e mais transporte coletivo é sempre necessário.Entretanto, sua maneira conservadora de digirir a bagaça pode ser um tiro no pé. Então, segue abaixo um guia que auxiliará esses cavalheiros a obter o máximo por um mínimo:
1 - Passageiro é como gado, não se incomode com eles, todos se espremerão lá dentro sem reclamar.
2 - A cidade anda rápido, então ande mais rápido ainda. As placas de velocidade máxima permitida são pura decoração natalina (de natais passados).
3 - Sinal vermelho é só pra paulista, você pode passar, afinal quem é o trouxa que irá se meter na frente de um coletivo?
4 - Nunca pare perto da guia, isso ajuda as velhas a treinar salto em distância para as próximas olimpíadas, mesmo que sejam as paraolimpíadas.
5 - Fique atento nas funkeiras gostosas, elas adoram um motorista de ônibus, você pode se dar bem ao dar pinta do seu status.
6 - Deixe seus amigos entrarem pela porta de trás, assim eles não precisam pagar a estúpida passagem.
7 - Seja amigo do cobrador, ele pertence ao STR (Sindicato dos Trabalhadores Redundantes) e por mais que ele ganhe para dormir o dia inteiro (já que todo mundo tem bilhete único), ele sempre estará por perto.
8 - Não deixe de participar de corridas com outros veículos, elas são excitantes, dignificam o espírito e trazem um panorama lúdico às vidas monótonas dos imbecis dos passageiros.
9 - Evite parar em todos os pontos, mesmo que alguém faça sinal. Isso faz de você uma pessoa previsível e sem graça.
10 - Pare ao menos uma vez por viagem, para uma cerveja com os amigos, isso ajuda os passageiros a descontrair no contato com a vizinhança.
Espero te sido útil na árdua tarefa de ajudar na educação no trânsito de nossa caótica cidade.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
This is it, Michael Jackson no IMAX
Provavelmente esse é um dos assuntos mais comentados dos últimos tempos, fico até sem jeito de contar minha experiência ontem a noite ao assistir "THIS IS IT", o filme que nos apresenta o homem Michael Jackson em sua plenitude artística.
Esse post teria uma série de "como disse fulano, como disse cicrano", afinal é impossível eu ter visto algo que só eu vi, não é mesmo? Chega a ser ridículo. Então vou contar o que eu senti.
Senti dó. Senti pena de ver que agora não mais será possível termos MJ criando, imaginando, amando, dançando e contraternizando como ele fazia antes de virar parte do elenco permanente de seu próprio Thriller.
Michael foi um grande artista, um gênio de sua música, um virtuoso de sua criação e isso é um fato inquestionável, aliás é a única coisa que realmente me interessa saber a respeito dele.
Claro, o filme foi feito por gente que amava Michael e não poderia deixar de ser uma obra onde você vê "seu lado bom", mas é difícil acreditar que possa haver algo mais que "não deva ser mostrado" no filme, a não ser aquilo que a imprensa se cansou de explorar ao longo dos anos para transformar em notícia baseado nos eventuais escorregos corriqueiros desse impressionante músico.
Confesso que me deu vontade de soltar algumas lágrimas, mas não porque o filme apela para pieguisse, ao contrário, o filme é uma obra reta, uma obra honesta que mostra uma pessoa no exercício pleno de sua profissão. Poderia mostrar a vida de um motorista de empilhadeira e a sensação seria a mesma: transparência.
A experiência de ver o filme em uma tela de oito metros de altura por 14 de comprimento é um detalhe (obrigatório) à parte, que nos coloca frente a frente a melhor (e única) maneira que nos restou de ver MJ em ação.

Vá correndo, mas antes entre no ingresso.com.br e compre seus ingressos antecipadamente escolhendo o lugar onde você vai sentar e de preferência no meio e em uma das três últimas fileiras, pois como disse o Maurício Saldanha (olha eu aqui), se você não ver na tela grande, poderá se arrepender mais tarde.
Ah, o desenho no início do post é do cartunista Wagner Muniz.
Esse post teria uma série de "como disse fulano, como disse cicrano", afinal é impossível eu ter visto algo que só eu vi, não é mesmo? Chega a ser ridículo. Então vou contar o que eu senti.
Senti dó. Senti pena de ver que agora não mais será possível termos MJ criando, imaginando, amando, dançando e contraternizando como ele fazia antes de virar parte do elenco permanente de seu próprio Thriller.
Michael foi um grande artista, um gênio de sua música, um virtuoso de sua criação e isso é um fato inquestionável, aliás é a única coisa que realmente me interessa saber a respeito dele.
Claro, o filme foi feito por gente que amava Michael e não poderia deixar de ser uma obra onde você vê "seu lado bom", mas é difícil acreditar que possa haver algo mais que "não deva ser mostrado" no filme, a não ser aquilo que a imprensa se cansou de explorar ao longo dos anos para transformar em notícia baseado nos eventuais escorregos corriqueiros desse impressionante músico.
Confesso que me deu vontade de soltar algumas lágrimas, mas não porque o filme apela para pieguisse, ao contrário, o filme é uma obra reta, uma obra honesta que mostra uma pessoa no exercício pleno de sua profissão. Poderia mostrar a vida de um motorista de empilhadeira e a sensação seria a mesma: transparência.
A experiência de ver o filme em uma tela de oito metros de altura por 14 de comprimento é um detalhe (obrigatório) à parte, que nos coloca frente a frente a melhor (e única) maneira que nos restou de ver MJ em ação.

Vá correndo, mas antes entre no ingresso.com.br e compre seus ingressos antecipadamente escolhendo o lugar onde você vai sentar e de preferência no meio e em uma das três últimas fileiras, pois como disse o Maurício Saldanha (olha eu aqui), se você não ver na tela grande, poderá se arrepender mais tarde.
Ah, o desenho no início do post é do cartunista Wagner Muniz.
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